Porque fouets e iPhones são nossos gadgets.

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Cozinhar fora: a maior “trollépica” de todos os tempos

Well, galera, I’m back.

Eu fiz umas promessas ai que eu não pude cumprir, mas acho que com o tempo eu vou conseguindo pôr mais posts aqui no blog. Como prova disso, vou contar pra vocês um causo do acauso: Domingo Nerdz.

Domingo, 2 de Janeiro de 2011 (Feliz Ano novo, antes de tudo), juntamo-nos no salão de festas de um brother aqui no condominio, a nerdaiada toda e eu, sendo que eu, com meus (grandes) dotes culinários me propús a fazer nachos e sushi. Comida japonesa e mexicana, num só dia? Uhul, todos aceitamos! E lá fui eu cozinhar.

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Porque Twitter?

Bom, primeiramente desculpas.

Estive passando por uma onda de “descriatividade”, onde tudo que eu conseguia pensar era numa vaga de uma empresa que até então estava aprovado e tudo certo para ser adimitido, porém a vaga foi cancelada. Ela me f#d&u grandão, não deu beijinho e nem disse se me amava. Pô, eu não sou mulher de malandro pra ser tratado assim não, Ingrata Bala Melada! (pega o acrônimo, então!). Ah, eu superei essa merda. Não é porque a empresa é uma das maiores do mundo que eu vou me arrastar por ela. Aliás, eu me arrastei sim, mas chega né? Leia o restante desta página »

Quando tecnologia de ponta não é o suficiente?

Hi there, geekaiada!

Bom, como falei por cima no último post, estava passando por um problema familiar de certa seriedade. Mas graças a Entei, está tudo bem agora. E volto então com os posts de sempre.

Hoje, estava mofando em casa, devido ao desemprego (e falta de consideração de uma empresa de grande porte de TI que está demorando pra chamar) e pensando em como nossa vida se tornou extremamente dependente de gadgets e periféricos eletronicos. Notebooks, computadores, celulares, video games, TVs de alta definição, besteirinhas com LED etc. E então me peguei imaginando como seria minha vida sem essas baterias geeks. Bem… Não tenho idéia! Leia o restante desta página »

Geeks don’t die!

Galera,

Desculpem a demora por posts. Estou passando por um sério problema de saúde na família e, por isso, sem tempo para postar novidades.

Quando este turbilhão lastimável passar, voltarei a ativa.

Um abraço,

Kilder

Mãe, acabou a mistura! E agora?

À partir do momento que você nasce, desde que vivo, você tem fome. Hora ou outra, um nó no estômago aperta, a barriga ronca, as pernas tremem… Enfim, é a fome te convidando para um banquete! Você voa para a cozinha, torcendo para encontrar algo apetitoso e saboroso para comer. E, surpresa! Acabou toda a mistura! Sobrou só arroz velho e um feijão sem graça.

Você declararia derrota? Você está errado! Reveja suas habilidades culinárias e inove um pouco! Leia o restante desta página »

É só pensar que dá certo

Geek é a melhor definição para o nerd com vida social. E, além de várias outras coisas, é quase que obrigação do nerd gostar de tecnologia. Em 22 miseros anos de existência, não conheci um só nerd que não gostasse de tecnologia.

E isso quer dizer que  nós, geeks, a evolução dos nerds, somos aficcionados por isso. Aliás, geeks em sua essência é  mais designado aos amantes de tecnologia do que aos garotinhos(as) reclusos a seus mundos fechados de MMORPGs (sem ofensas, Shinsei!). E por gostar tanto das maravilhas técnológicas, eu vou apresentar aqui um conceito novo que pormete revolucionar a forma com a qual vemos o “cybermundo”: Computação Cognitiva.

Mas primeiro, vamos entender essa joça. A ciência cognitiva visa estudar o comportamento da mente humana e da inteligência, tentando entender como funciona todos os processos das trocas de informações e controles do corpo e vários outros fatores ligados ao poder imensurável do cérebro. E onde a computação entra nisso?

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Nem só de besteira vive o geek

E ai galera, tudo “mais ou menos”?

É começando com essa célebre frase de um ator tão talentoso, que faz questão de esbanjar seu talento gastando-o no fracassado Zorra Total, que eu vou fazer uma colocação: nem só de besteira vive o geek. E, se ele souber cozinha, ainda mais!

Que comida boa todo mundo gosta todo mundo sabe (cacofônico,não?), tirando os frescurites de “eu não como isso, eu não como aquilo”, isso é um fato. Mas e quando falamos de saber fazer comida boa, estaria eu pegando pesado com a geekaiada que me lê?

A resposta é não. Cozinhar é uma coisa simples e extremamente gratificante. Aliás, é tão fácil que se tornar especialista em temperos (título este que você alcança em determinado nível do Cafémania) é razoavelmente rápido. Depois de um tempo, realizando proezas dignas de uma alquimia de Edward Elric (anime geeks, onde estais?), transformando carnes fedidas e grãos duros e sujos em refeições de marajás dá a você a sensibilidade de saber quais temperos caem bem com que tipo de prato e ingredientes. E o grande segredo de uma boa comida é exatamente o tempero. Dito isso, vou lhes dar algumas dicas que eu aprendi com minhas alquimias na cozinha.

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C’est la vie (say the old folks)

É engraçado como tem dia que acordamos inspirados e tem dia que nada nos inspira. Por mais que tentemos ver o lado verde da vida (isso existe? Oh, dúvida…), nestes dias nem mesmo ver um bebê sorrindo ou um filhotinho de gato brincando (ambos, inegavelmente, são overdoses de fofura).

Pois bem, hoje é um desses dias. Mesmo com a volta às aulas e o não acontecido pedágio dos bixos (provavelmente, a turma mais desanimada da FATEC desde sempre), parecia que ia ser mais um daqueles dias em que você quer chegar em casa, sentar no sofá e brizar diante da tv até o sono vir (lá pelas 2h00 da manhã). Mas a vida é uma caixinha de surpresa…

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OLED é…

À cada dia que passa, a tecnologia vai evoluindo em torno de si mesmo. Aliás, dia ainda é um periodo muito, muito longo. À cada minuto, talvez, conceitos tecnológicos e produtos desenvolvidos são capazes de nos supreender. Na verdade, até mais do que isso, passa às vezes um sensação de incredulidade. Às vezes? Cara, hoje realmente não é um bom dia para definir verdades…

O fato é: OLED é a tecnologia do futuro. OLEDs, para quem não sabe, é um LED organico. Por sua vez, LED é o acrônimo para Light-Emittind Diode, ou Diodo Emissor de Luz. O OLED é composto por moléculas de carbono que, atingidas por uma corrente elétrica, produzem luz. De forma barata. Eficaz. E que deixam o LCD no chinelo.

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A evolução do 2D pelas mãos da Nintendo

Acho que como qualquer aficcionado por tecnologia gosto de games. Não que isso seja regra mas, se falarmos em questão de estereótipos, geeks gostam de games, é fato.

Com 22 anos nas costas,não comecei a gostar disso agora. Vem de muito antes, acho que desde os meus 8 anos, quando ganhei meu primeiro videogame, um Snes. Na verdade, eu antes tive um Atari, mas eu era muito pequeno e nem sabia jogar, ficava só batendo nos botões. Quem se divertia com esse game eram meus primos mais velhos. Enfim…

Sou dessa geração. A geração onde “desenho animado” era Cavaleiros do Zodiáco, refrigerante era Taí, pais batiam nos filhos por malcriação, brinquedo era carrinho… Enfim, sou da época onde o gráfico era o 2D. E você sabia reconhecer um bom jogo pela qualidade gráfica e detalhes apresentados. E a lider nesse quesito era a Nintendo. Ah, a Nintendo, como eu a amo.

A Sega tinha seu Sonic. Só seu Sonic. E a Nintendo? Bem, a Nintendo tinha Zelda e seu guardião Link, a pelota rosa Kirby, seu bigodudo encanador que ilustra esse site (it’s-a me, Mario!) e o motivo de todo este post: o macaco gigante Donkey Kong.

Reza a lenda que seu nome era pra ser “Monkey Kong”, sendo o primeiro nome a tradução de “macaco” para o inglês e Kong uma referência óbvia ao gigantesco gorila que estrelava o cinema. Mas como a tecnologia daquela época era… digamos… precária, erros na digitação (por máquina de escrever) deixaram no lugar do M uma coisa muito estranha e quem recebeu o fax (enviado pelo genial Shigeru Miamoto), entendeu que seria Donkey Kong, ou “Kong Burro”, pois sua primeira aparição foi como um gorila que sequestrava uma princesa e era salva pelo encanador italiano. Super criativo, sim.

Agora, ao que interessa: Donkey Kong Coutry era um jogo sensacional. Para sua época, tinha gráficos deslumbrantes, fases de níveis variadissimos, mundos temáticos e uma ação não vista antes. E isso garantiu ao macacão duas continuações ainda no Snes e uma gama de outros jogos pro nenemzinho Game Boy e seus irmãoszinhos. Todos os seus jogos foram sucessos!

Mas a vida foi uma caixinha de surpresas com o macaco da Rare. Ele também entrou na moda do 3D. Ah, esse 3D é uma faca de dois gumes. O jogo ganha qualidade gráfica e apelo à realidade. E a Nintendo nunca soube muito bem lidar com isso. Não, a Nintendo é um mundo mágico, onde fantasias tentam virar verdade. A Nintendo tentou, mas não conseguiu.

Lançou para o N64 (um excelente console, perdendo para os demais de sua época por ser de cartucho) o jogo Donkey Kong 64, tentado o mesmo apelo de Mario 64, mas pecou. Feio. DK64 para mim é um jogo minimalista, sem graça e que destruiu o modo como eu encarava DK. E isso se repetiu em Donkey Konga, para GameCube, que foi um quase Guitar Hero, porém com músicas eh… chatinhas. E vieram outros para os portáteis, mas parecia já ser tarde. Donkey Kong estava precisando se aposentar.

Mas a Nintendo é líder quando se fala de inovação. A prova disso é ser a primeira a usar controles anormais e super confortáveis. E foi a primeira a fazer a maior invenção de todos os tempos (pelo menos do meu ponto de vista geek): Nintendo Wii.

PS3 e XBox 360 têm gráficos. Eles apostam em ação, explosão, beleza. Eles despertam no jogador a emoção de vencer, graças ao seu apelo de ralidade. E, como eu já disse, a Nintendo não sabe lidar com isso. Mas ela soube baixar a cabeça e voltar as suas origens. Ano passado, ela lançou Super Mario Bros. Wii, voltando ao 2D com os personagens mais detalhados em 3D. Elas misturou. Ah, Nintendo safada… Ela inventou denovo. E deu certo: SMBW vendeu quase 3 vezes mais que Super Mario Galaxy, lançado em 2004. E não podia parar no encanador, não… Havia um macaco doente, precisando de ajuda.

E surgiu então o video abaixo, na E3 desse ano. Não preciso nem dizer que tudo o que eu escrevi foi por causa desses 1:49, né?

Bom… É como eu digo: as vezes, precisamos recuar para continuar evoluindo. Esse é o caminho.
Nintendo ownou legal. Agora, só preciso de um Wii para jogar essa genialidade.